Aproximar jovens e a ciência, um desafio de sustentabilidade

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Aproximar jovens e a ciência, um desafio de sustentabilidade

O INCT ETEs Sustentáveis trabalha para desenvolver tecnologias que tornem o tratamento de esgoto um processo mais sustentável. Mas uma ideia de sustentabilidade que vai além do óbvio e não se limita a difundir valores econômicos ou técnicos. Nosso material de trabalho é, por essência, a transmissão do conhecimento.

O INCT ETEs Sustentáveis acredita que o conhecimento pode transformar sociedades, mas para isso ele não pode estar estanque, guardado em estantes de bibliotecas. O conhecimento é móvel, ele cresce quando passa de pessoa para pessoa, por isso realizamos um amplo esforço para fazer o conhecimento relativo aos processos de tratamento de esgoto chegar a maior quantidade de pessoas possível; fazer com que o conhecimento não seja um privilégio de poucos, mas um bem comum para toda a sociedade.

Nesse esforço de colocar o conhecimento em movimento, identificamos um público essencial, mas que muitas vezes é excluído ou alcançado apenas tardiamente: os jovens. Na última semana o INCT ETEs Sustentáveis teve mais uma oportunidade de falar diretamente a este público; foi evento #ExploraUFMGjovem, realizado na Universidade Federal de Minas Gerais.

Estudantes do ensino Fundamental e Médio vieram expor trabalhos científicos desenvolvidos nas escolas e conhecer as pesquisas realizadas na universidade. O público estimado para o evento era de 4000 pessoas, que puderam visitar a feira nos dias 26 e 27 de outubro.

O INCT ETEs Sustentáveis, através do NEC – Núcleo de Educação, Construção e Transmissão, levou para feira uma apresentação de suas linhas de pesquisa e as possibilidades para o desenvolvimento sustentável do tratamento de esgoto, como Biogás, Lodo, reúso de água e reciclagem de nutrientes.

Queremos que os jovens e seus professores reflitam, estudem e, porque não, inventem e inovem na busca de inovações tecnológicas e pesquisas científicas voltadas para redução dos problemas e das desigualdades em nosso país”, explicou Yurij Castelfranchi, da Diretoria de Divulgação Científica da UFMG.

Por |2018-10-31T18:54:07+00:0031 de outubro, 2018|